
Brasil contra o feminicídio.
Nenhuma mulher a menos!
Para enfrentar a violência e acabar com os feminicídios, precisamos de mulheres progressistas fazendo essa luta no Senado Federal.
O que está
acontecendo
Vivemos uma verdadeira epidemia de feminicídios no Brasil. Em 2025, tivemos o maior número de ocorrências desde que o crime foi tipificado.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública
O ano de 2026 começou pior. Só no primeiro trimestre, foram 399 vítimas, segundo o Ministério da Justiça — o trimestre mais letal desde 2015. Hoje uma mulher é morta a cada 5 horas no Brasil.
O que a gente está pedindo é o mínimo: queremos andar à noite sem precisar acelerar o passo. Educar nossos meninos para o respeito e garantir que nossas meninas não sejam expostas à violência. Viver com segurança e liberdade, dentro e fora de casa.
Chega de violência.
Vamos juntas e juntos nessa luta.
Precisamos de proteção de verdade
Quando uma mulher precisa de ajuda, serviços e equipamentos de acolhimento e proteção precisam estar à disposição. Mas a realidade é muito diferente: menos de uma em cada 20 cidades com até 100 mil habitantes tem delegacia especializada de atendimento à mulher. A proteção existe no papel, mas desaparece quando pisamos no território.
Nos quatro primeiros meses de 2026, a Justiça concedeu mais de 225 mil medidas protetivas de urgência, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Desde abril, uma nova lei permite que o delegado aplique tornozeleira eletrônica no agressor na hora, sem esperar decisão de juiz. Mas o pedido de socorro ainda não é garantia de proteção efetiva.
A violência está crescendo mais rápido do que a capacidade do Estado de proteger as mulheres.
Por que o Senado importa
Somos mais da metade da população, mas não ocupamos nem 20% das cadeiras do Senado. Em 200 anos, tivemos menos de 50 senadoras, entre titulares e suplentes.
O resultado é evidente: quem decide as leis sobre violência contra a mulher, licença-maternidade e creche pública, na maioria das vezes nunca viveu nenhuma dessas situações. A realidade não muda enquanto a cara do Senado não mudar.
Em 2026, dois terços das cadeiras do Senado serão renovadas e temos um número recorde de mulheres progressistas prontas para ocupar essas vagas. Cada uma de nós representa mais uma defensora dos direitos das mulheres dentro de um espaço estratégico de tomada de decisão do Brasil.
Quem está nessa luta
Somos mulheres diversas, de diferentes estados e com diferentes histórias. Mas temos uma luta em comum: nós vamos enfrentar de frente a violência e o feminicídio no Senado.

Áurea Carolina
Cientista política, educadora popular e ativista com trajetória nas lutas de mulheres, negritude, juventudes, comunidades tradicionais e populações periféricas. Formada em Ciências…

Anandreia Trovó
Pré-candidata ao Senado Federal por Rondônia pelo PSOL. Nascida em Cascavel (PR), escolheu Rondônia para construir sua vida e dedicar sua trajetória ao serviço público. Mãe solo de…

Anna Karina
Natural de Baturité, interior do Ceará, é pré-candidata ao Senado pela federação PSOL-Rede, já pontuando 15% nas intenções de voto no estado. Professora de história da rede pública…

Benedita da Silva
Assistente social, ex-auxiliar de enfermagem e no sexto mandato como deputada federal pelo PT do Rio. Primeira mulher negra a ocupar cargos históricos como vereadora do Rio, deputa…

Eliziane Gama
Jornalista maranhense, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Foi deputada estadual entre 2007 e 2014, deputada federal de 2015 a 2018 e exerce o mandato de senadora pelo Maranhão d…

Érika Kokay
Deputada federal pelo Distrito Federal com trajetória política construída a partir da luta sindical e da defesa da democracia. Bancária de origem, iniciou sua militância nos anos 1…

Gizelle Freitas
Assistente social, mestre e doutoranda em Serviço Social pela UFPA e especialista em Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia. Foi vereadora de Belém pelo primeiro mandato…

Isaura Lemos
Pré-candidata a Senadora pelo PSB em Goiás. Iniciou sua militância em 1968, no Movimento Estudantil Secundarista. Aos 14 anos, integrou a luta contra a ditadura militar. Participou…

Luizianne Lins
Jornalista, professora doutora em Comunicação e ex-prefeita de Fortaleza, hoje deputada federal. Foi prefeita de Fortaleza por dois mandatos (2005–2012), reeleita em primeiro turno…

Marília Arraes
Nascida no Recife, advogada formada pela UFPE, com pós-graduação em Direito Penal e Criminologia pela PUC-RS. Neta de Miguel Arraes, é uma das principais lideranças de sua geração…

Marília Campos
Psicóloga formada pela UFMG, uma das fundadoras do PT e da CUT nos anos 1980. Presidiu, por dois mandatos, o Sindicato dos Bancários de BH. Elegeu-se vereadora em Contagem em 2000,…

Marina Silva
Professora, historiadora, ambientalista e uma das principais lideranças socioambientais do Brasil. Nasceu em 1958 na comunidade de Breu Velho, seringal Bagaço, em Rio Branco (AC).…
Mônica Benício
Cria da Maré, arquiteta e urbanista, feminista, lésbica, defensora dos direitos humanos e eleita vereadora do Rio de Janeiro por duas vezes. Fez da luta por justiça por Marielle um…

Sônia Godeiro
Pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Bio completa em breve.

Manuela D'Ávila
Jornalista, comunicadora e uma das principais lideranças progressistas do país. Bio completa em breve.
Delliana Ricelli
Pré-candidata ao Senado pela Bahia. Bio completa em breve.
Simone Tebet
Senadora e ex-ministra. Bio completa em breve.
Nossos compromissos
Serviços de proteção perto de casa
Defender ampliação de orçamento para as redes de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, garantindo cobertura ampliada em todos os estados.
Educação para o respeito às meninas e mulheres
Garantir a regulamentação e a implementação da Lei Maria da Penha nas Escolas.
Responsabilização e proteção
Fiscalizar e reforçar o cumprimento das medidas protetivas de urgência.
Emendas pelo fim da violência
Garantir que um percentual das emendas parlamentares seja destinado ao enfrentamento da violência contra meninas e mulheres.
Internet segura para nossas meninas
Responsabilizar as plataformas digitais pelo enfrentamento à violência digital contra meninas e mulheres.
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