
Brasil contra o feminicídio.
Nenhuma mulher a menos!
Para enfrentar a violência e acabar com os feminicídios, precisamos de mulheres progressistas fazendo essa luta no Senado Federal.
Quem lidera essa iniciativa






























O que está
acontecendo
Vivemos uma verdadeira epidemia de feminicídios no Brasil. Em 2025, tivemos o maior número de ocorrências desde que o crime foi tipificado.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública
O ano de 2026 começou pior. Só no primeiro trimestre, foram 399 vítimas, segundo o Ministério da Justiça — o trimestre mais letal desde 2015. Hoje uma mulher é morta a cada 5 horas no Brasil.
O que a gente está pedindo é o mínimo: queremos políticas públicas de proteção perto de casa, em todos os municípios do Brasil. Educação das nossas crianças para o respeito dentro da escola. Responsabilização das plataformas digitais pela violência que ajudam a espalhar. Orçamento público para melhorar a vida das mulheres e das suas famílias.
Chega de violência.
Vamos juntas e juntos nessa luta.
Quem está nessa luta
Somos mulheres diversas, de diferentes estados e com diferentes histórias. Mas temos uma luta em comum: somos candidatas ao Senado e estamos juntas para enfrentar a violência e erradicar o feminicídio.

Anandreia Trovó

Áurea Carolina

Benedita da Silva

Eliziane Gama

Érika Kokay

Gizelle Freitas

Isaura Lemos

Luizianne Lins

Manuela d'Ávila

Marília Arraes

Marília Campos

Marina Silva

Monica Benicio

Simone Tebet

Sônia Godeiro
Precisamos de proteção de verdade
Quando uma mulher precisa de ajuda, serviços e equipamentos de acolhimento e proteção precisam estar à disposição. Mas a realidade é muito diferente: menos de uma em cada 20 cidades com até 100 mil habitantes tem delegacia especializada de atendimento à mulher. A proteção existe no papel, mas desaparece quando pisamos no território.
Nos quatro primeiros meses de 2026, a Justiça concedeu mais de 225 mil medidas protetivas de urgência, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Desde abril, uma nova lei permite que o delegado aplique tornozeleira eletrônica no agressor na hora, sem esperar decisão de juiz. Mas o pedido de socorro ainda não é garantia de proteção efetiva.
A violência está crescendo mais rápido do que a capacidade do Estado de proteger as mulheres.
Por que o Senado importa
Somos mais da metade da população, mas não ocupamos nem 20% das cadeiras do Senado. Em 200 anos, tivemos menos de 50 senadoras, entre titulares e suplentes.
O resultado é evidente: quem decide as leis sobre violência contra a mulher, licença-maternidade e creche pública, na maioria das vezes nunca viveu nenhuma dessas situações. A realidade não muda enquanto a cara do Senado não mudar.
Em 2026, dois terços das cadeiras do Senado serão renovadas e temos um número recorde de mulheres progressistas prontas para ocupar essas vagas. Cada uma de nós representa mais uma defensora dos direitos das mulheres dentro de um espaço estratégico de tomada de decisão do Brasil.
Nossos compromissos
Serviços de proteção perto de casa
Defender ampliação de orçamento para as redes de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, garantindo cobertura ampliada em todos os estados.
Educação para o respeito às meninas e mulheres
Garantir a regulamentação e a implementação da Lei Maria da Penha nas Escolas.
Responsabilização e proteção
Fiscalizar e reforçar o cumprimento das medidas protetivas de urgência.
Emendas pelo fim da violência
Garantir que um percentual das emendas parlamentares seja destinado ao enfrentamento da violência contra meninas e mulheres.
Internet segura para nossas meninas
Responsabilizar as plataformas digitais pelo enfrentamento à violência digital contra meninas e mulheres.
Precisamos de você
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